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Papo Reto discute planejamento e segurança para o Carnaval de Rua

12/02/2026
Foto ilustrativa

A Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC) realizou, na manhã desta quinta-feira (12), o Papo Reto – Carnaval de Rua, Cidade Viva e Segurança Cidadã. A iniciativa foi promovida pela Coordenadoria Geral de Cidadania e Direitos Humanos (CGCDH) e ocorreu de forma presencial, no Palácio dos Campos Elíseos, sede da secretaria, com transmissão on-line aberta ao público, com mais de cem expectadores no total. 

O encontro foi mediado por Maisa Cristina Ferreira Costa, coordenadora da CGCDH, e contou com a participação do secretário-executivo da Pasta, Fraide Sales, da socióloga Ligia Bugelli, da Divisão de Educação em Direitos Humanos da SJC, e dos representantes da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Major Álvaro Zocchio Júnior e Coronel Paulo Augusto Aguilar.

Fraide Sales destacou a importância de reconhecer o Carnaval de Rua como direito cultural e expressão do direito à cidade, fortalecendo sua abordagem como política pública de inclusão e cidadania. “É fundamental promover o uso democrático do espaço público e debater os desafios relacionados à ordem urbana, à segurança e à liberdade cultural”, afirmou. “Que os esclarecimentos de hoje sirvam para que a população conheça o que existe por trás de todas as nossas ações e aproveite o Carnaval da melhor maneira possível.”

Entre os objetivos do encontro estiveram a construção de estratégias de prevenção ao assédio e a outras formas de violência, a garantia do direito ao lazer com segurança e o fortalecimento da articulação intersetorial entre cultura, direitos humanos, segurança pública e políticas sociais no planejamento e execução do Carnaval. “É importante reconhecer que os espaços públicos também cumprem um papel formativo. Ocupar a cidade é um ato político, com dimensão simbólica e social, que reafirma o direito de todos à convivência e à participação”, avaliou Ligia. 

Representando a Polícia Militar, o Major Álvaro Zocchio Júnior ressaltou que o planejamento do Carnaval é contínuo e baseado na análise de resultados das edições anteriores. “O Carnaval começa para nós quando termina o do ano anterior. Avaliamos os pontos positivos e negativos e aprimoramos o planejamento. Como trabalhamos com grandes eventos que exigem engenharia de fluxo, nada é estanque, tudo evolui com o tempo”, explicou. 

O Coronel Paulo Augusto Aguilar reforçou o compromisso da corporação com a proteção da população durante as festividades e finalizou: “Estamos aqui para proteger. Nosso objetivo é garantir não apenas um Carnaval seguro, mas um evento que transcorra com organização, respeito e que dê certo para todos”.

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